Sabendo lidar com as fofocas no ambiente de trabalho

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Sempre há alguém espalhando fofocas no ambiente de trabalho.

O melhor que um empreendedor pode fazer é cortar o mal pela raiz.

Comentar a vida dos outros faz parte da natureza humana. Quando o papo gira em torno das coisa de trabalho, a tentação de espalhar uma novidade é enorme. O convívio quase diário e a intimidade que se estabelece entre os empregados é meio caminho andado para a proliferação do ti-ti-ti. Cabe ao empreendedor saber lidar com a situação antes que o disse me disse se espalhe como um rastilho de pólvora pelos corredores, derrubando a produtividade e a motivação da equipe.

Para começo de conversa, é preciso entender os dois tipos de fofoca que costumam circular no escritório. Cada um deles requer um tipo de posicionamento. O primeiro caso é o da boataria sobre os rumos do negócio. Ela acontece quando não há clareza nem transparência na comunicação da empresa. Volta e meia ouvem-se burburinhos sobre corte de custos, fechamento de departamentos  e demissões. Pouca gente consegue trabalhar direito em meio a essas especulações. Mas a verdade é uma só: quando não existem bons canais oficiais de comunicação, as trocas vão ocorrer informalmente – ou seja, na conversinha do café e na “rádio peão”. O empreendedor deve ser transparente para minar a conversinha dos fofoqueiros. Reuniões periódicas para explicar as metas da empresa, mostrar balanços e compartilhar boas notícias  costumam ser uma forma eficiente de manter a equipe unida e mais segura.

O segundo tipo de fofoca ocorre quando um colega de trabalho fala mal do outro. Já tive de lidar com esse problema. Certa vez, numa das empresas em que trabalhei, uma pessoa da minha equipe começou a criar intrigas. Ela ficava falando mal do comportamento de um colega para o outro. Pior: tentava disseminar a desconfiança no trabalho, espalhando comentários maliciosos sobre os companheiros. Em resumo, ela inventou uma porção de mentiras. Foi péssimo. Quando todos perceberam o que estava acontecendo, cortei o mal pela raiz – demiti o fofoqueiro. Uma lição que tirei dessa história é sempre desconfiar de quem vive encontrando problemas na conduta dos colegas.

Quando isso acontece, chamo logo o linguarudo para uma conversa. Não tolero alguém que incentiva os outros a perder tempo com bobagens.

Por Bel Pesce

Fonte: Revista Pequena e Médias Empresas / Julho 2015 Edição 86

Autor: Wilson Ferreira

Formado em Gestão de Recursos Humanos, Graduando Administração de Empresas e Pós-Graduando em MBA em Liderança e Coaching na Gestão de Pessoas. Venho aprofundar o estudo teórico e prático na área de administração de empresas, recursos humanos e gestão de pessoas. Oferendo aos participantes métodos e ferramentas capazes de envolver as pessoas nas estratégias e objetivos da empresa, considerando as transformações da sociedade contemporânea e as mudanças de paradigmas enfrentadas pelas organizações.

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