ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE VIDA E CARREIRA – PARTE 1

Basicamente, o plano de carreira deverá ser elaborado para levá-lo do seu estado atual (como você está hoje profissionalmente) ao estado desejado (como gostaria de estar dentro de um período determinado de tempo).

O objetivo pode ser de médio ou longo prazo, adaptado e remodelado com o passar do tempo.

1529455938975

Passo 1: Não tenha medo de sair da zona de conforto

Estar aberto a correr riscos e se lançar a novas experiências é essencial para refletir sobre o que você realmente quer fazer.

O que é uma zona de conforto

Zona de conforto é aquilo que nós conhecemos e sentimos conforto em fazer. Andar por uma rua conhecida, por uma cidade conhecida, fazer um trabalho conhecido, andar em congestionamentos conhecidos, falar do que é conhecido. O que a mente já automatizou na sua vida se torna confortável e simples de fazer. Não oferece mais desafios para ser feito. Mesmo que pareça algo que o incomoda, por exemplo, não agir perante um desejo de mudar, de crescer de evoluir, assim mesmo é uma zona de conforto.

Perguntas que geram respostas da sua mente de como sair da zona de conforto

O que você quer realmente da vida?

O que você está disposto a fazer pelo que quer?

Quanto tempo você tem dedicado para atingir o que quer?

Quanto tempo você perde por dia com distrações que não levam ao objetivo?

Quando você vai começar a fazer o que sabe que é preciso fazer?

O que você está disposto a abrir mão para ter o que quer?

Quanto tempo você ainda aceita ficar sem evoluir na direção do que quer?

Quem define o que você quer é você? Ou terceirizou para o destino?

Quem define o que você vai fazer neste instante?

Quem manda no seu horário depois que sai do trabalho?

Quantos minutos por dia você gasta em coisas que não são importantes?

Quanto tempo você deixa de andar no sentido do que quer?

Quanto tempo se dedicou hoje para conseguir o que quer?

O que aconteceria se você tivesse o que quer?

O que te impede de ter o que você quer?

Quanto tempo a partir de agora, você vai dedicar a superar o que te impede de atingir o que quer?

Você conhece suas zonas de conforto em relação ao que quer?

Conhece as Zonas de desconforto em relação o que precisa fazer?

O que você não sabe sobre como atingir o que quer?

Quanto tempo esta se dedicando a aprender o que ainda não sabe?

Você já sabe todas as possibilidades que te levam ao que você quer?

Você já tentou mudar de estratégia se ela não deu certo?

Quantas vezes você já desistiu e trocou de objetivo que queria atingir, em vez de mudar de estratégia?

É isso mesmo que você quer?

 

Conclusão

Sair da zona de conforto é fundamental para o sucesso do seu plano de vida e carreira, pois você vai ser capaz de lidar com o inesperado, vai desenvolver novas habilidades, viverá novas e enriquecedoras experiências.

Abraços, Sucesso!

 

CONHECIMENTO É DINHEIRO

Empreendedorismo digital

FORMULA-NEGOCIO-ONLINE

Com a evolução da tecnologia e a ascensão da internet, surgiram novas formas de trabalhar e ganhar dinheiro. Depois da invasão das empresas nas redes sociais, estreitando o relacionamento com os clientes, pessoas físicas ( e talentosas! ) viram na internet uma opção que pode ser muito rentável: o infoproduto. Esse tipo de negócio ainda é pouco conhecido, mas já mostrou que veio para ficar, afinal, qualquer pessoa pode utilizar a tecnologia para ensinar algo que domine de diferentes maneiras como e-books, apostilas, vídeo aulas etc.

Você é expert em algo? Estudou sobre um tema específico ao longo da sua vida e está apto para compartilhar sobre este assunto? Ou quer inspirar as pessoas com um novo modelo de negócio? Se respondeu sim a alguma dessas perguntas, você pode e deve pensar em investir em um infoproduto.

 

PARA SABER MAIS BAIXE O E-BOOK GRATUITAMENTE NO LINK DA DESCRIÇÃO ABAIXO:

https://go.hotmart.com/I6608782A?ap=0bf2

 

Abraços, até a próxima

Construindo sua marca pessoal

Construindo sua marca pessoal

melhor_marca

Todos nós temos uma marca. É a forma como somos reconhecidos. É o que falam de nós quando estamos ausentes. É a imagem que passamos ao nosso mercado. É importante ressaltar que nossa marca pessoal pode e deve ser planejada, construída, cuidada e alimentada para que seja uma marca reconhecida positivamente. Confira agora sete dicas para você construir sua marca pessoal:

1- Defina aonde você realmente quer chegar. Quais são seus objetivos na vida?

A primeira dica é realmente saber o que você quer da vida. Aonde quer chegar? O que realmente quer ser? Como quer ser visto(a) e reconhecido(a)?

2- Alicerce sua vida em valores e princípios elevados.

Sua marca tem que ter como alicerce um conjunto elevado de crenças, valores e princípios sobre os quais ela será construída.

3- Defina claramente qual é o seu público-alvo. Quem você quer servir?

É fundamental você definir o seu mercado, ou seja, quem você quer servir, atender, enfim, seu público-alvo.

4- Invista em seu conhecimento técnico e seja excelente no seu campo de atuação.

Para ter sucesso é preciso que você seja excelente no que faz do ponto de vista técnico, ou seja, que seja especialista e não pare de se aperfeiçoar dentro do campo em que atua.

5- Tenha foco. Foco é onde você concentrará de 70% a 80% de sua energia.

Foco é fundamental para o sucesso. Saiba dizer não as tentações que o farão perder o foco.

6- Defina qual é seu diferencial e sua proposta única de valor a seu público-alvo.

Pense qual a razão pela qual alguém contrataria você ou seus serviços. Qual a sua proposta única de valor? Qual o seu real diferencial? Invista em seu diferencial competitivo.

7- Seja consistente e coerente com seus princípios e valores.

A coerência entre o discurso e a prática, isto é, o que você fala e o que você faz, é fundamental para o sucesso de sua marca pessoal. Toda a sua vida e suas ações, atitudes e comportamentos devem ser consistentes com sua proposta e como quer ser reconhecido(a). Sem essa consistência e essa coerência a sua marca terá vida curta.

Saiba Mais

https://www.ibccoaching.com.br/portal/vida-profissional/como-construir-credibilidade-profissional/

Conclusão

Analise com atenção essas sete dicas e pense como sua marca pessoal é vista hoje e o que deve fazer para que ela comunique o que você quer ser e como quer ser reconhecido (a).

Pense nisso. Sucesso!

 

Profissional brasileiro está entre os menos confiantes com mercado de trabalho, diz pesquisa

Pessimismo se relaciona à pouca confiança em relação a oportunidades; já em relação a promoção e aumento, profissional está mais otimista.

download

O profissional brasileiro é um dos menos confiantes com o mercado de trabalho, segundo levantamento realizado em 37 países pela Michael Page, no 1º trimestre deste ano, com 18.131 profissionais que se candidataram a uma vaga de emprego por meio do website da companhia.

A enquete abordou cinco temas: mercado de trabalho, conquista de novo emprego, promoção na carreira, aumento salarial e desenvolvimento de competências profissionais.

Mercado de trabalho

De acordo com a amostra, o profissional do Brasil aparece na 26ª colocação, juntamente com a África do Sul, quando questionado se o mercado de trabalho está favorável.

Os dados apontam para 61% de confiança dos profissionais brasileiros, ante 66% da média global. Entre os mais confiantes aparecem Indonésia (79%), Estados Unidos (78%) e índia (77%). No mesmo período do ano passado, os brasileiros ocupavam a 27ª posição, apontando para um empate técnico neste ano.

Conquista do emprego

Quando o assunto foi encontrar uma oportunidade de emprego em menos de 3 meses, os trabalhadores do nosso país acabaram figurando entre os menos confiantes, na 26ª posição. Ficou abaixo também da média global (67%) ao ter 60% de respostas positivas sobre esse tema. Quando comparado com igual trimestre do ano anterior, 58% dos brasileiros acreditavam na possibilidade de conseguir um trabalho em menos de 90 dias, ante 63% da média global.

Promoção

Na promoção na carreira, os profissionais brasileiros estão entre os mais confiantes, aparecendo na 6ª posição. Os executivos do Brasil que acreditam em uma promoção neste ano somaram 73%, contra 62% da média global. O otimismo dos trabalhadores aumentou seis pontos percentuais neste trimestre quando comparado ao mesmo período anterior, passando de 67% para 73%.

Aumento

Outro tema onde os profissionais brasileiros demonstraram mais confiança foi relacionado ao aumento salarial neste ano. O Brasil ficou na 16ª posição, com 63% de respostas positivas, à frente da média global, que teve 61%. No mesmo trimestre de 2017, os resultados não foram tão animadores. Os executivos do Brasil que acreditavam em um acréscimo em sua remuneração representavam 53%, ante 56% da média global.

Desenvolvimento de competências

No quesito desenvolvimento de competências profissionais, os trabalhadores brasileiros também estão mais otimistas em relação à média dos países participantes da amostra. Enquanto no Brasil 84% acreditam que conseguirão desenvolver competências profissionais em até 12 meses, o resultado médio foi de 80%.

 Disponível em:

https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/profissional-brasileiro-esta-entre-os-menos-confiantes-com-mercado-de-trabalho-diz-pesquisa.ghtml

Número de empregados com carteira assinada é o menor desde 2012, diz IBGE

De acordo com a Pnad Contínua, 4 milhões de postos formais de trabalho foram perdidos desde 2014

size_960_16_9_carteiras_de_trabalho

Reforma Trabalhista – Nova lei trabalhista – CLT (Jorge Rosenberg/Reuters)

Rio – O contingente de empregados com carteira assinada no setor privado no trimestre encerrado em abril, de 32,729 milhões de pessoas, é o menor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012. Esse recorde negativo foi renovado, pois já havia sido atingido no trimestre até março.

Segundo Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os dados divulgados mais cedo mostram “falta de força” do mercado de trabalho.

O pesquisador destacou que o contingente de trabalhadores com carteira assinada vem caindo desde 2014. De lá para cá, cerca de 4 milhões de postos formais foram perdidos.

Fonte: https://exame.abril.com.br/economia/numero-de-empregados-com-carteira-assinada-e-o-menor-desde-2012-diz-ibge/