As melhores maneiras de motivar a equipe da sua empresa

Empreendedor afirma que é preciso sempre deixar as portas abertas para que a equipe cresça com a empresa

Como incentivo minha equipe
Escrito por Vitor Pedrosa, empreendedor

Até pouco tempo atrás, muitas empresas viam o funcionário, principalmente o de nível operacional, apenas como uma peça que podia ser substituída a qualquer momento por outra.

Hoje, esse quadro tem mudado nas companhias com boas práticas de gestão. Os empreendedores perceberam que uma equipe qualificada e motivada traz maiores retornos. Além de um grande salto de produtividade, reduz a rotatividade sem contar com a redução dos custos de novas seleções e capacitações.

É indiscutível que salário e benefícios como alimentação e plano de saúde são importantes, mas, atualmente, no que diz respeito às gerações X e Y, manter um bom clima interno é essencial.

Na Viva Eventos, por exemplo, procuramos construir um ambiente de trabalho saudável, escutando e entendendo os anseios da equipe. O chefe autoritário e que ganha o respeito pelo medo já está fora de moda.

Ele deu lugar ao que sabe ouvir mais que falar, que respeita e que dá exemplo, que consegue conciliar interesses e explorar o que cada um tem de melhor com suas particularidades.

Outra dica são as reuniões de feedback. Cada colaborador deve ser avaliado pelo seu superior periodicamente. Nessas reuniões, o superior avalia os pontos positivos do colaborador e os pontos que ele ainda tem que trabalhar para melhorar.

Ao fazer isso, o empreendedor mostra para cada um o que ele precisa fazer para crescer, onde errou e onde acertou. Há um alinhamento de expectativa e isso deve ser aproveitado para ouvir suas ambições, o que pretende e onde quer chegar. Nessas avaliações o empresário pode perceber que uma pessoa traria melhor resultado em outro setor, ou que está insatisfeita com tal função e ele tem a possibilidade de trocá-la antes de perder um colaborador treinado.

Em conjunto com essas reuniões, um programa de participação nos resultados vinculados às avaliações também ajuda a manter a equipe motivada, pois todos ganham um bônus se a empresa for bem e ele tiver sido bem avaliado.

Uma política de gestão para resultados, estabelecendo metas claras e desafiadoras, tanto para os cargos de gerência e supervisão como para os operacionais, também contribuem para incentivar a equipe. O colaborador sabe o que a empresa espera dele, e que se isoladamente ou em conjunto atingir as metas, receberá um bônus e terá oportunidade de crescimento.

Oportunidade de crescimento é mais uma prerrogativa. É preciso criar mecanismos para que aconteça a meritocracia. Os melhores querem a chance de serem promovidos, e quando isso acontece, os outros também se esforçam para que um dia também sejam. O empreendedor deve sempre deixar as portas abertas para que a equipe cresça com a empresa.

E, finalmente, a integração da equipe é de suma importância. Promover reuniões semanais ou mensais seguidas de um café da manhã para promover a interação, por exemplo. Às vezes, encontros como happy hour, gincanas e atividades solidárias podem criar um comprometimento e fortalecer a amizade entre a equipe.

Vitor Pedrosa é sócio-fundador e diretor de franquias da Viva Eventos.

Por Editado por Camila Lam

Disponível em:

As melhores maneiras de motivar a equipe da sua empresa

 

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Momento de Reflexão

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Frases de Motivação do Airton Senna

 “Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo.” (Ayrton Senna).

“No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz.” (Ayrton Senna).

“Trabalhei muito para chegar ao sucesso, mas não conseguiria nada se Deus não ajudasse.” (Ayrton Senna).

“Quando Deus quer, não há quem não queira.” (Ayrton Senna).

“Se cheguei onde cheguei e consegui fazer tudo o que fiz, foi porque tive a oportunidade de crescer bem, num bom ambiente familiar, de viver bem, sem problemas econômicos e de ser orientado no caminho certo nos momentos decisivos de minha vida.”. (Ayrton Senna)

“Dinheiro é um negócio curioso. Quem não tem está louco para ter, e quem tem está cheio de problemas por causa dele.” (Ayrton Senna).

“O importante é ganhar. Tudo e sempre. Essa história que o importante é competir não passa de demagogia.” (Ayrton Senna).

“Trabalhei muito para chegar ao sucesso, mas não conseguiria nada se Deus não ajudasse.” (Ayrton Senna).

“Quero melhorar em tudo. Sempre.” (Ayrton Senna).

Canalizo todas as minhas energias para ser o melhor do mundo.” (Ayrton Senna).

“No que acredito mesmo é em Deus.” (Ayrton Senna).

 

 

MOTIVAÇÃO EXÉRCITO BRASILEIRO

 

Motivação é a palavra que te faz entrar em ação.

Você já descobriu qual é a tua motivação?

INFANTARIA

A infantaria é a mais antiga arma do Exército e geralmente dotada dos maiores efetivos, formada por soldados que podem combater em todos os tipos de terreno e sob quaisquer condições meteorológicas, podendo utilizar variados meios de transporte para serem levados à frente de combate. Sua principal missão é conquistar e manter o terreno, aproveitando a capacidade de progredir em pequenas frações, de difícil detecção e grande mobilidade. A infantaria contemporânea frequentemente emprega o princípio de fogo e movimento para atingir uma posição dominante em relação àquela do inimigo.

Wilson Ferreira

Selva! Pátria! Brasil!

Disponível em:       https://pt.wikipedia.org/wiki/Infantaria

 

 

 

A Teoria de Maslow na Motivação Profissional

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A Pirâmide de Maslow é dividida em cinco níveis de necessidades: Fisiológicas, Segurança, Amor/Relacionamento (necessidades sociais), Estima e Realização Pessoal.

A piramide de Maslow é dividida em cinco níveis de necessidades: em sua base, estão as primárias, aquelas indispensáveis à vida. São elas as carências fisiológicas, ligadas à manutenção da saúde e bem-estar físicos. Na sequência, vêm as necessidades secundárias, relacionadas à segurança, relações sociais e estima. Por fim, ocupando o grau mais refinado que é o topo estão as necessidades de realização pessoal.
Explicando melhor cada uma,  as fisiológicas são as necessidades do corpo humano que incluem excreção, respiração, comida, água, sono e abrigo. Já segurança é a necessidade humana em se sentir seguro quanto a sua saúde, emprego, família e propriedade. As necessidades sociais são aquelas ligadas ao campo da afetividade e relacionamentos, o que inclui contato com a família, amigos e vida amorosa. Necessidades de estima dizem respeito tanto à autoestima e confiança, quanto às conquistas individuais. Por fim, realização pessoal engloba a criatividade, moralidade, solução de problemas, ausência de preconceitos e autovalorização.

Enquanto as necessidades primárias são aquelas que atendem ao indivíduos externamente, as secundárias incluem os fatores íntimos de cada um e estão ligadas aos sentimentos e manutenção da autoestima.

Como hierarquiza as necessidades de modo prático e lógico, a teoria de Maslow é considerada uma das principais formas de entender como funciona a motivação humana. Segundo essa tese, partindo das necessidades básicas, os indivíduos precisam satisfazer pelo menos parcialmente aquela do nível baixo para avançar para as do nível acima. O que determinará as prioridades das pessoas são as experiências vivenciadas em dado momento.

Mas, o que isso tem a ver com o mundo corporativo?

Tudo! Quando o ser humano não tem suas necessidades satisfeitas, isso afeta diretamente o seu comportamento de uma maneira negativa, o deixando desmotivado e improdutivo. Por esse motivo, a teoria de Maslow é uma das mais significativas para a psicologia organizacional. As áreas de gestão de pessoas e recursos humanos podem explorar essa pirâmide para entender como posicionar seus funcionários de uma maneira que eles fiquem satisfeitos e, automaticamente, produzam melhor e cresçam na empresa.

Child Education

Se o ser humano não tem suas necessidades satisfeitas isso acaba influenciando em sua vida profissional e pessoal

A principal conclusão da Teoria de Maslow é que os empregados precisam, primeiramente, de um salário que arque com as despesas mínimas de sobrevivência sua e de sua família. Quando conseguem satisfazer essa necessidade, precisam de outros incentivos que os motivem a desempenhar melhor as suas funções, como oportunidades de crescimento na empresa, bem como fatores que garantam a estabilidade e segurança no ambiente de trabalho. O topo da pirâmide é a necessidade de participar dos resultados da empresa e se sentir integrante efetivo de seu time. Caso isso não aconteça, mesmo a organização oferecendo benefícios materiais, os funcionários ainda se sentirão frustrados e não darão o seu melhor na busca por resultados extraordinários.

Nessa perspectiva, as necessidades de realização podem ser exteriorizadas por meio desejo do funcionário em demonstrar competência ou pela busca em obter status e reconhecimento. As pessoas que estão nesse grau da pirâmide aspiram por atividades profissionais que as desafiem a utilizar a suas habilidades, além de oportunidades em que manifestem a sua criatividade e convites para participar da elaboração de soluções e estratégias.

Para exemplificar isso, podemos citar um funcionário em início de carreira que somente quer ganhar experiência e manter as suas necessidades básicas. Se ele conseguir um trabalho que ofereça as circunstâncias e salário suficiente para isso, estará satisfeito. Já pessoas que têm uma certa estabilidade econômica tendem a procurar por empregos nos quais possam preencher outras carências, como satisfação pessoal, desenvolvimento profissional e pessoal e a sensação de autorrealização.

A aplicação da teoria da pirâmide de Maslow na administração do capital humano exige que a organização primeiramente identifique em que ponto da carreira o colaborador está e qual a sua necessidade, e isso vai desde compensação financeira até meios que os permitam ter criatividade e autonomia na realização de suas atividades, suprindo suas necessidades pessoais e sociais. Ao investir na motivação e realização de seus funcionários, a corporação garante uma equipe produtiva, eficaz, capaz de solucionar problemas e criar maneiras que  a façam se destacar ainda mais no mercado.

Por José Roberto Marques

Disponível em:

http://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching-e-psicologia/piramide-maslow-motivacao-profissional/

 

 

Conheça mais Sobre as Teorias Motivacionais

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A satisfação com seu trabalho pode estar relacionada diretamente com a teoria de Herzberg e Maslow

A motivação é aquilo que movimenta a natureza humana na busca de algum objetivo e a energia necessária para praticar qualquer ação. Dessa forma, as atividades e obrigações nos mais variados setores da vida precisam desse impulso para serem realizadas.

Dada a sua importância no cotidiano das pessoas, a motivação tem sido objeto de estudo de diversas áreas. Um dos resultados mais efetivos dessas pesquisas foram as teorias motivacionais. Elas começaram a ser desenvolvidas na segunda metade do século XX, e ainda hoje recebem complementações. Muitos estudiosos classificaram essas teorias como estudo da “Satisfação”, pois visam medir o índice de motivação das pessoas, baseadas em suas necessidades e aspirações.

As teorias motivacionais objetivam identificar e analisar os fatores que estimulam o comportamento das pessoas. No geral, a base para elaboração dessas hipóteses são as teorias hedônicas desenvolvidas pelos filósofos gregos que enxergavam o comportamento humano como atitudes voltadas para a realização de algum prazer. Elas consideram três estímulos principais do comportamento humano: ganho material, reconhecimento social e realização pessoal.

Muitas teorias motivacionais foram elaboradas para analisar as necessidades internas que influenciam o comportamento humano. Elas são utilizadas por diversas áreas como ferramentas para compreender, prever e influenciar as atitudes das pessoas. Isso não é diferente na gestão empresarial, que utiliza-se desses estudos para atrair talentos, estimular a alta produtividade e garantir a satisfação dos atuais colaboradores com o objetivo de retê-los.

Apesar de existirem diversas teorias motivacionais, vamos conhecer melhor aquelas elaboradas por dois pensadores que influenciaram e continuam influenciando grandes administradores: Herzberg e Maslow.

Teoria da Motivação de Frederick Herzberg

Segundo a Teoria da Motivação, desenvolvida pelo psicólogo Frederick Herzberg, o nível de rendimento dos profissionais varia de acordo com sua satisfação no trabalho, ou seja, depende de como se sentem em determinado ambiente corporativo e dos fatores que influenciam em sua motivação e desmotivação.

Frederick Irving Herzberg foi um psicólogo e influente professor de gestão empresarial americano. Nascido dia 18 de abril de 1923 em Massachusetts, ele graduou-se na City College em Nova York e fez a pós-graduação na Universidade de Pittsburgh. Quando não estava estudando, dava aula de psicologia na Case Western Reserve, em Cleveland. O professor ficou um tempo afastado dos estudos para servir como sargento no exército. De acordo com ele, foi essa experiência que o levou a se interessar por motivação.

O psicólogo acreditava que o enriquecimento do trabalho é um processo de gerenciamento contínuo que impacta diretamente na satisfação do funcionário. O seu trabalho de maior relevância é a Teoria dos Dois Fatores que foi publicada no livro “A Motivação para Trabalhar”. Na obra, ele explica que existem dois tipos de fatores responsáveis pela satisfação das pessoas em um ambiente corporativo: os motivadores e os higiênicos.

Fatores motivadores

Como o nome já diz, são fatores que quando presentes causam motivação, e quando ausentes provocam insatisfação. Eles estão relacionados aos objetivos do próprio  funcionário tanto em relação a sua carreira, quanto ao seu cargo atual e atividades que exerce. Aqui, se encaixam reconhecimento, crescimento profissional, autorrealização, grau de desafios aos quais são expostos e a capacidade de realizá-los, liberdade de decidir como realizar suas atividades e uso pleno de suas habilidades pessoais. Quando sanados, a empresa consegue aumentar a produtividade e satisfação dos seus colaboradores.

Fatores Higiênicos

Esses fatores estão relacionados às ferramentas e estruturas oferecidas pela empresa. Quando ausentes, causam insatisfação, mas quando presentes, apesar de satisfatórios, não causam necessariamente a motivação do funcionário. Eles têm mais a ver com o ambiente que o rodeia e a conduta da organização do que com as funções do funcionário em si. São eles: salário, ambiente de trabalho, política da empresa, relação dos superiores com os demais funcionários e os benefícios, por exemplo. Segundo Herzberg, os “fatores de higiene operam independentemente dos fatores de motivação. Um indivíduo pode ser altamente motivado em seu trabalho e estar insatisfeito com o ambiente corporativo”.

Essa teoria mostra como um funcionário pode ser impactado dentro da empresa e o que causa satisfação e motivação. Os líderes das equipes e o RH da empresa podem usar essas informações tanto para prevenir a insatisfação por parte de seus colaboradores como para elaborar estratégias para motivá-los. Como resultado, os funcionários usufruirão de mais felicidade e bem-estar, o que refletirá no aumento da produtividade.

Hierarquia das Necessidades de Maslow

A Hierarquia das Necessidades, desenvolvida por Abraham Maslow, é uma das ferramentas mais utilizadas pela gestão empresarial. Como classifica as necessidades humanas de forma lógica e prática, contribui para resultados organizacionais mais assertivos. O pensador considerava que as carências humanas eram classificadas desde as mais básicas, indispensáveis para a sobrevivência e bem-estar do organismo, àquelas mais elevadas, referente a autorrealização pessoal.

Para esquematizar sua teoria, Maslow utilizou os graus de uma pirâmide. Cada um deles abriga um nível de necessidades: as primárias em sua base, seguida das necessidades secundárias no meio e as necessidades de realização pessoal, ocupando o topo da estrutura.

Para Maslow, as pessoas se esforçam para satisfazer a necessidade que estiverem precisando com urgência em dado momento. Os indivíduos tendem a seguir uma sequência para realização dessas carências, partindo das necessidades fisiológicas, que precisam ser pelo menos parcialmente saciadas para possibilitar ao indivíduo desejar a realização de outras classificadas em níveis acima.

No âmbito empresarial, podemos citar o exemplo tradicional do empregado que precisa sobreviver e fica satisfeito apenas com o salário suficiente para pagar as contas, comprar alimentos e abrigar a si mesmo e a sua família. Quando já usufruir do benefício que sane as suas necessidades básicas, procurará por um emprego que ofereça condições de estabilidade profissional e ambiente de trabalho seguro. Ao alcançarem esses objetivos, eles buscarão por oportunidades de crescimento e incentivos que proporcionem mais autoestima e realização. Por fim, tenderão a querer mais participação e reconhecimento por parte da empresa.

Caso a empresa não ofereça as recompensas adequadas aos trabalhadores, eles se sentirão frustrados e não responderão adequadamente às oportunidades e incentivos oferecidos. Por isso, é necessário identificar em que nível da pirâmide eles estão, de modo a investir nas estratégias mais adequadas as suas necessidades.

Por José Roberto Marques

Disponível em:

http://www.ibccoaching.com.br/portal/lideranca-e-motivacao/teorias-da-motivacao/