300 recrutadores disseram quais habilidades são mais importantes

A inteligência emocional é a característica mais valorizada pelos recrutadores, mas não é a única. Confira o que eles mais procuram

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São Paulo – O que é mais importante na hora de escolher um candidato? Pesquisa elaborada pela equipe da plataforma de recrutamento d’hire com 300 profissionais de RH brasileiros mostra que 54,4% dão a mesma importância para as características técnicas e de comportamento na hora de escolher um candidato.

Mas 41,2% deles consideram o comportamento até mais importante do que a técnica. Esta última só vale mais na visão de 4,4% dos recrutadores.

O aspecto comportamental mais valorizado é a inteligência emocional, competência que há um bom tempo é classificada por especialistas como decisiva para o sucesso profissional. Confira as habilidades mais lembradas pelos recrutadores de grandes empresas, que podiam citar mais de uma:

Características % de recrutadores que citaram como mais importantes
Inteligência emocional 75,70%
Gerenciamento de pessoas 65,20%
Resolução de problemas complexos 58,80%
Orientação para cliente 47%
Negociação/Tomada de decisão 42,90%

 

Disponível em:

300 recrutadores disseram quais habilidades são mais importantes

http://g1.globo.com/mg/grande-minas//videos/v/inteligencia-emocional-contribui-no-ambiente-de-trabalho-e-vida-social/6080925/

http://g1.globo.com/pernambuco/videos/v/globo-comunidade-pe-fala-sobre-inteligencia-emocional-e-mercado-de-trabalho/6091337/

 

 

 

 

5 filmes com ótimas lições de Inteligência Emocional

O Discurso do Rei

A história do rei Jorge VI que, para superar a gagueira, contrata um fonoaudiólogo, mostra como o conhecimento das nossas emoções pode ser essencial na hora de controlar um problema.“Um excelente exemplo de como perder o medo de falar em público através do autoconhecimento, controle das emoções e treino de visualização mental”.

Gandhi

Gandhi e sua trajetória trazem importantes exemplos de inteligência emocional que podem ser aplicáveis no trabalho e nos relacionamentos.Para lidar com o descontrole emocional do outro nada como lidar com inteligência emocional. Ele conseguiu promover mudanças em toda uma nação com um único pensamento: “mostrar coragem e se dispor a sofrer vários golpes, mas não revidar e nem desistir, pois essa atitude desperta algo na natureza humana que faz o ódio do outro diminuir, e o respeito, por nós aumentar”.

A vida é bela

“Nas piores condições possíveis um pai judeu, preso em um campo de concentração com seu filho, usa a inteligência emocional para conseguir se controlar e salvar a vida do filho. O filme é exemplo de que ter inteligência emocional não é suprimir emoções, controlar emoções, mas, sim, saber o que fazer e como atuar quando elas aparecem. “É uma lição de como a inteligência emocional pode nos ajudar a utilizar o conhecimento do outro para controlar situações, inclusive, de perigo”.

À procura da felicidade

É um clássico que sempre marca presença em listas de filmes com lições de carreira e de persistência. Conta a história de Chris Gardner (Will Smith) que fracassa como vendedor e aceita um estágio não remunerado em um banco de investimentos, em busca de um futuro melhor para ele e para o filho.

Hitch – Conselheiro amoroso

Um coach sentimental ajuda um homem que fica extremamente nervoso quando está diante da mulher amada. “Ao longo do filme podemos perceber como a inteligência emocional vai ajudando o personagem a utilizar suas emoções em favor do resultado que deseja”.

 

 

 

Como a inteligência emocional pode te ajudar a superar as crises

Saber lidar melhor com as emoções negativas (e positivas) é o caminho para liderar com eficiência, entregar resultados sob pressão e se destacar em um mercado em crise

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Em março de 2014 o voo O6 6393 da Avianca, que havia partido de Petrolina para Belo Horizonte com conexão em Brasília e 49 pessoas a bordo, teve problemas. O trem de pouso dianteiro do Fokker 100 não abriu e forçou o comandante Eduardo Verly a fazer uma aterrissagem de emergência no aeroporto Juscelino Kubitschek. Após comunicar calmamente a torre da capital federal, o piloto sobrevoou a cidade para gastar combustível e pousou a aeronave de bico com todos os passageiros a salvo. Na época, a tranquilidade do comandante Verly foi apontada como a principal justificativa para que episódio não entrasse na lista de acidentes aéreos do país.

Embora nem todo mundo trabalhe na aviação, todos precisamos aprender a controlar nossas emoções nos momentos de tensão. Principalmente em um período de crise econômica como o que estamos passando, no qual nos deparamos com um cenário de pressão por resultados, demissões, cortes e sobrecarga de trabalho, saber lidar com sentimentos como preocupação, angústia, raiva ou medo é a chave para não entrar em desespero e perder o controle da própria carreira. “Todas as emoções tem um aspecto, até mesmo corporal, que vai variar de pessoa para pessoa. Em mim, a ansiedade pode vir acompanhada de suor e coração acelerado, em outra pessoa pode se manifestar de uma maneira diferente. Saber como essa emoção acontece é importante para entender a controlá-la”, diz a psicóloga clínica Daniela de Oliveira, de São Paulo.  E é aí que entra em jogo uma velha conhecida do mundo corporativo: a inteligência emocional.

Definida como a capacidade de sentir, entender, controlar e modificar o próprio estado emocional ou de outra pessoa, o termo se tornou famoso após o lançamento, em 1995, do best-seller Inteligência Emocional (Objetiva, 57,90 reais), do americano Daniel Goleman.  Até pouco tempo atrás, o sucesso de uma pessoa era avaliado pelo raciocínio lógico, o famoso Quociente de Inteligência (QI), o livro de Goleman trouxe outro aspecto para justificar os sucessos e insucessos de uma pessoa, o Quociente Emocional (QE). “Passamos por um deslocamento no padrão de competitividade, que antes era calcado nas competências técnicas, para outro cada vez mais centrado na subjetividade e na flexibilidade como capacidade de influenciar e engajar”, diz Anderson Sant’Anna, coordenador do núcleo de desenvolvimento de pessoas e liderança da Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais.

E a competência ainda continua bastante valorizada. De acordo com uma pesquisa da consultoria americana Talent Smart, 90% dos profissionais mais bem avaliados pelos seus gestores têm um bom controle das suas emoções. Enquanto isso, apenas 20% dos funcionários com desempenho abaixo do esperado possuem a habilidade. “Quando você está consciente de si mesmo, é muito mais  provável que você encontre as oportunidades certas, coloque seus pontos fortes no trabalho e, talvez mais o importante, controle as emoções que o impedem de crescer”, afirma Travis Bradberry, coautor do livro Emotional intelligence 2.0 (Perseu Books, sem edição no Brasil). Se fazer isso em momentos de calmaria já é complicado, na crise o desafio fica mais difícil. “Para a grande parte das empresas, a crise significa menos recursos. Quanto mais escassos esses meios, maior a disputa por eles. Isso, em geral leva a mais conflitos e competitividade”, diz Rogério Calia, professor do curso de administração da USP, de Ribeirão Preto.

Além de maior competitividade, o clima de pessimismo também contagia. “Ambientes estressantes despertam emoções ruins, servem de gatilho ou estímulo interno para trazer emoções com as quais não lidamos bem”, diz Rodrigo Fonseca, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional (Sbie), de São Paulo.  Saber gerir esses sentimentos ruins é a chave para não se deixar levar pelo clima de derrota que está ao redor. “Se o ambiente está desmotivador é preciso que eu controle a forma como eu ajo para não me deixar contaminar. Preciso focar no que posso fazer agora, sem sofrer por antecipação. Quanto mais reclamo ou discuto algo que não está no meu alcance mais aumenta o sentimento negativo”, diz Rubens Pimentel, sócio da Ynner Treinamentos, consultoria de desenvolvimento pessoal, de São Paulo.

Para os líderes, essa competência é importantíssima. Afinal, seu papel é o mesmo de um piloto de avião: manter a calma para não contaminar a equipe diante de situações críticas. “Cada grupo é reflexo da liderança. Se há alguém menos equilibrado no topo, o resto da pirâmide também vai ficar em desequilíbrio”, diz José Roberto, do IBC. Por isso, os líderes precisam mais do que nunca de autocontrole. É necessário, por exemplo, respirar fundo para não dar respostas e soluções rápidas (que geralmente não funcionam) e para não colocar a culpa nos outros (o que aumenta os conflitos). Quando o líder não tem controle emocional, o resultado é a piora de um cenário que já era ruim. “Ao não saber lidar com os próprios sentimentos e com as outras pessoas, o gestor se torna mais agressivo, intransigente e controlador”, diz Rubens

Disponível em:

Como a inteligência emocional pode te ajudar a superar as crises

 

 

 

A Inteligência Emocional e o Autocontrole

Para compreensão deste tema recomendo que assistam ao filme Homens de Honra.

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Síntese do Filme  “Homens de Honra”

Baseado em fatos reais, o filme relata a vida de um jovem negro no início dos anos 40, de origem humilde que gosta muito de mergulhar, e se alista na Marinha dos Estados Unidos, para conseguir se tornar um mergulhador.

Carl Brashear( Cuba Gooding, Jr ) é um jovem negro determinado a conquistar seus objetivos. Ele leva para sua vida as últimas palavras ditas por seu pai, ´´nunca desista, seja o melhor“. O jovem alista-se na Marinha e constata que os negros só trabalhavam na cozinha do navio e que tem dias de banho estipulados. Um dia é flagrado nadando fora do dia determinado e demonstra sua habilidade de nadador concorre a um lugar de mergulhador. Apesar de constantemente testado, com esforço e determinação ele consegue chegar à escola de mergulho onde se encontra com o oficial responsável pela formação de mergulhadores, que o trata com desprezo e desrespeito, mas que com o passar do tempo os dois homens constroem uma relação de respeito e admiração e mesmo após perder uma perna para salvar os companheiros, ainda assim, persiste e é obrigado a carregar a roupa de mergulho com mais de 100 kg para provar que pode continuar na profissão. Com o apoio do seu ex-chefe consegue então, a mais alta patente da Marinha dos Estados Unidos.

Lições aprendidas:

Carl Brashear conseguia controlar suas emoções mesmo em ambientes hostis, já a falta da IE vista no comportamento do chefe Sundey que se descontrolava quando algo saia do controle e como reflexo era possível verificar seu comportamento hostil e autodestrutivo , fazendo com que ele não obedecesse aos seus superiores.

Atualmente vivemos em um mundo onde cada vez mais temos o desafio em mantermos o autocontrole independente de onde estejamos. Isto pode ser necessário: em casa, no trânsito, no trabalho ou até mesmo quando estamos em momento de diversão.

As habilidades de autocontrole podem ser aprendidas, aprimoradas, treinadas e exploradas, independentemente da nossa capacidade nata ou da situação enfrentada.

 

 

Inteligência Emocional

Daniel Goleman e a Inteligência Emocional

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Considerado o “pai da Inteligência Emocional”, Daniel Goleman é um psicólogo, escritor e PhD da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O especialista foi o responsável por popularizar o conceito da Inteligência Emocional em todo o mundo por meio do livro Inteligência Emocional, publicado em 1986 e que já vendeu mais de 5 milhões de cópias.

Goleman ensina que o controle das emoções é essencial para o desenvolvimento da inteligência de um indivíduo. Não há uma loteria genética que define vitoriosos e fracassados no jogo da vida e, embora existam pontos que determinam o temperamento, muitos dos circuitos cerebrais da mente humana são maleáveis e podem ser trabalhados. De acordo com Goleman, portanto, temperamento não é destino.

Daniel Goleman define a Inteligência Emocional como a “capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.”.

Para Goleman, a Inteligência Emocional é a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Como exemplo, o especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida são envolvidas por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com qualidades de relacionamento humano — como afabilidade, compreensão e gentileza — têm mais chances de alcançar o sucesso.

Habilidades da Inteligência Emocional

Segundo Daniel Goleman, a Inteligência Emocional pode ser categorizada em cinco habilidades:

Autoconhecimento emocional

Capacidade de reconhecer as próprias emoções e sentimentos. A ausência desta habilidade de reconhecer os sentimentos nos deixa à mercê das emoções. Pessoas com esta habilidade são melhores “pilotos” das suas vidas.

Controle emocional

Habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida. Tendo consciência das emoções negativas que nos bloqueiam, podemos nos libertar delas por meio de um processo dirigido pela razão.

Se estamos tristes, podemos escolher pensar de maneira otimista, da mesma forma que um passeio pode nos acalmar quando estamos furiosos. Porém, se não conseguimos reconhecer as emoções que estamos vivendo, dificilmente poderemos fazer algo a respeito delas.

Automotivação

Trata-se da capacidade de dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal. Se nos deixarmos levar pela ansiedade e pelos aborrecimentos, dificilmente conseguiremos nos concentrar na tarefa que estamos realizando. Por outro lado, se estivermos motivados, encontraremos prazer no trabalho e não perderemos a calma durante o período de espera pela gratificação.

Reconhecimento das emoções em outras pessoas

Diz respeito à habilidade de reconhecer emoções no outro e ter empatia de sentimentos. Empatia é outra habilidade que constrói o autoconhecimento emocional. Ela permite às pessoas reconhecerem necessidades e desejos nos outros, permitindo-lhes a construção de relacionamentos mais eficazes.

Relacionamentos interpessoais

Habilidade de interação com outros indivíduos, utilizando competências sociais. O relacionamento é, em grande parte, a habilidade de gerir sentimentos de outros. É a base de sustentação da popularidade, da liderança e da eficiência interpessoal. Pessoas com esta capacidade são mais eficazes em tudo o que diz respeito às interações interpessoais.

 

Disponível em:

http://www.sbie.com.br/blog/daniel-goleman-e-a-inteligencia-emocional/

 

 

 

 

 

Saiba como suas emoções e sentimentos afetam seus relacionamentos e sua vida pessoal

Qualquer um pode zangar-se ­– isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa – não é fácil.                                                                                                                                                     Aristóteles                                                                                                                          

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6 Emoções Universais

Afeto – definido como uma ampla extensão de sensações experimentadas pelas pessoas, o afeto pode ser vivenciado na forma de emoções ou sentimentos.

Emoções:

– Causadas por um evento específico

– De breve duração ( segundos ou minutos )

– Específicas e de várias naturezas ( muitas emoções específicas, como raiva, medo, tristeza, felicidade, aversão e surpresa )

– Normalmente acompanhadas de expressões faciais ou reações físicas

– Voltadas à ação

Sentimentos:

– Geralmente a causa não é específica a um evento ou objeto

– De duração maior que as emoções ( horas ou dias )

– Mais gerais ( duas dimensões principais – afetividade positiva e afetividade negativa – que são compostas de múltiplas emoções específicas )

– Geralmente não demonstrados por meio de expressões ou reações físicas distintas

– De natureza cognitiva

Referência : livro comportamento organizacional – teoria e prática no contexto brasileiro – Stephen p. Robbins.

Saiba um pouco mais:

http://www.redepsi.com.br/2011/01/06/arte-e-emo-o-a-m-sica-como-idioma-dos-sentimentos/

 

Você sabe o que é Qualidade de Vida no Trabalho?

Ter qualidade de vida é possível, até mesmo no dia a dia de trabalho

Felicidade no trabalho

Leia a entrevista dada a Carlos Legal por Patrícia Bispo, no texto intitulado “Ter qualidade de vida é possível, até mesmo no dia a dia de trabalho”.

Disponível em:

http://www.rh.com.br/Portal/Qualidade_de_Vida/Entrevista/8826/ter-qualidade-de-vida-e-possivel-ate-mesmo-no-dia-a-dia-de-trabalho.html

Assista também:

 

“O que é Coaching?”

Fique por dentro

Coaching, Formação, Mentoring, Negócios

Coaching é uma metodologia nova que busca atender as seguintes necessidades humanas: atingir metas, solucionar problemas e desenvolver novas habilidades no ambiente pessoal ou profissional.

O coaching é um processo de começo, meio e fim que visa o sucesso.

coach – a palavra Coach vem do inglês e significa instrutor/treinador. No universo do Coaching, ele é o profissional habilitado para utilizar as técnicas e ferramentas do processo no intuito de desenvolver, em âmbito pessoal ou profissional, outros indivíduos. Ou seja, o papel do Coach é o de estimular, auxiliar e despertar no cliente, seu potencial infinito para que ele alcance resultados extraordinários.

Coachee é a pessoa que passa pelo processo de Coaching e vivencia cada uma das etapas do mesmo. Todo o trabalho gira em torno da definição dos seus objetivos e das ações desempenhadas para que o resultado desejado seja alcançado. Através do conhecimento, das técnicas e ferramentas do Coaching, o Coachee é capaz de se desenvolver em âmbito pessoal e/ou profissional, conquistar soluções efetivas, sair do ponto A para o ponto B e assim, alcançar alta performance e resultados extraordinários.

Área de Atuação:

  • Coaching esportivo;
  • Coaching financeiro;
  • Coaching familiar;
  • Coaching de liderança;
  • Coaching de orientação profissional;
  • Coaching de carreira;
  • Coaching de relacionamento;
  • Coaching espiritual;
  • Coaching de negócios.

Como Funciona?

  • Estado atual
  • Estado Desejado
  • Como eu chego lá?

Por que Funciona?

  1. Tomada de Consciência
  2. Define Objetivos
  3. Elimina crenças limitadoras
  4. Valorização do Ser Humano
  5. Positividade

Disponível em:

http://www.ibccoaching.com.br/

http://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching/o-que-significa-coach-coaching-coaches-coachee/

 

“Quem eu sou começa agora!”

Momento de Reflexão

Certo dia, durante a aplicação de uma prova, faltando poucos minutos pra terminar o horário, um aluno me chamou e perguntou:
– Professor, você pode me dar uma folha em branco, por favor? É que eu rabisquei e rasurei tudo por aqui, fiz uma confusão danada em algumas respostas, e preciso passar a prova a limpo antes de entregar.
E apesar do pouco tempo restante, ele passou a prova a limpo, completou a folha em branco, e entregou-a.


Todos os dias quando você acorda, Deus também coloca em suas mãos uma folha em branco, para que você a preencha do jeito que quiser, independentemente de como tenha preenchido as anteriores; uma nova chance para fazer diferente e melhor; uma oportunidade para deixar o que aconteceu no passado, e honrar o “presente”, iniciando cada dia pensando: “Quem eu sou começa agora!”.

Como disse certa vez Charles Swindoll, “Quanto mais eu vivo, mais eu percebo o impacto da atitude no mundo em que vivemos. Atitude, para mim, é mais importante do que Fatos. É mais importante do que o passado, do que educação, do que dinheiro, fracasso, sucesso, e qualquer outra coisa que as pessoas possam pensar ou fazer. É mais importante do que aparência ou habilidades. Atitude pode quebrar ou transformar uma empresa, uma igreja, um lar. A coisa mais fantástica do mundo é você ter a liberdade de escolher qual atitude você vai abraçar. Nós não podemos mudar o passado, nós não podemos mudar a maneira das pessoas se comportarem, nós não conseguimos evitar o inevitável; a única coisa que podemos mudar e que depende apenas de nós mesmos é a nossa atitude. Eu estou convencido que a vida é 10% daquilo que acontece conosco e 90% como reagimos ao que acontece conosco”.

Pode ser que até ontem você tenha dado o seu melhor, ultrapassado as metas, entregue bons resultados, e consequentemente recebido elogios, reconhecimento, prêmios e promoções. Ou quem sabe, o seu nível engajamento e dedicação tenha estado bem abaixo daquilo que poderia oferecer, que os resultados tenham sido medíocres, e que até ontem as coisas tenham estado ruins. Enfim, bom ou ruim, tudo isso é passado e, de fato, não importa muito. O que realmente importa é o que você fará daqui pra frente e como preencherá as próximas folhas em branco; se preferirá seguir celebrando as antigas vitórias e lamentando as derrotas do passado, ou se vai encarar de frente os desafios e assim protagonizar a conquista daquilo que tanto almeja.

Lembre-se, a vida é muito curta para ser pequena, por isso, não faça dela um rascunho, porque pode ser que não dê tempo para passa-la a limpo. Então, independentemente do que aconteceu até ontem, comece o seu dia pensando: “Quem eu sou começa agora!”, e faça o seu melhor!

Postado por Marco Fabossi.

Disponível em :

http://www.blogdofabossi.com.br/2017/07/quem-eu-sou-comeca-agora/